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domingo, 25 de setembro de 2016

Ação da Amizade


Ação da Amizade (2/2) 




Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria. 
Ela é meiga e paciente, vigilante e ativa. 
Discreta, apaga-se, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa. 
Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor. 
A amizade é fácil de ser vitalizada. 
Cultivá-la, constitui um dever de todo aquele que pensa e aspira, 
 porquanto, ninguém logra êxito, se avança com aridez na alma 
ou indiferente ao enlevo da sua fluidez. 
Quando os impulsos sexuais do amor, nos nubentes, passam, a amizade fica. 
Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, 
 se existe amizade, não se rompem os liames da união. 
A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões dá-nos, até hoje, 
a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, 
 demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é 
a meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina. 

*

Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco 
Mensagem extraída do livro "Momentos de Esperança"


*

Bom domingo a todos


domingo, 29 de maio de 2016

Para Ser Feliz

VIDA FELIZ LXIV 

Foto de Sissym 2016


Caminha um pouco ao ar livre. 

 Tranquilamente, redescobre a natureza que te abençoa a vida.

Espairece, saindo deste turbilhão em que te encontras 

e deixando a imaginação voar. 

 Evita os lugares movimentados, para o teu passeio 

e aspira o oxigênio balsâmico da floresta, da montanha, do mar... 

Refaze conceitos, acalma-te, abençoa a vida 

na forma como se te apresente. 

A tua atual existência é rica do que necessitas para ser feliz. 

*

(De “VIDA FELIZ”, de Divaldo P. Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis)

sábado, 7 de maio de 2016

A Esperança

Foto: Sissym

Há dias que temos a impressão de que chegamos no fim do caminho.
Olhamos para frente e não vislumbramos mais saída. 
Não há uma luz no fim do túnel, e não há também nenhuma possibilidade de volta. 
Parece que todos os nossos projetos, nossos objetivos, foram levados para bem distante, e estamos sem possibilidade de alcançá-los. Parece mesmo que o outono da existência fez com que secassem as nossas esperanças e o vento forte do inverno varresse das nossas mãos todos os sonhos acalentados. A morte vem e arrebata os afetos da nossa alma deixando-nos o coração dilacerado. 
Sentimo-nos perdidos. 
Não sabemos que rumo tomar. 
Ficamos atônitos. 
Sentimo-nos como uma árvore ressecada, sem folhas, sem brilho, sem motivo para viver. 
É a desesperança. 
De repente, como acontece com a natureza, a primavera muda toda a paisagem. 
As árvores secas enchem-se de brotos verdes, e logo estão cobertas de folhas e flores. tom acinzentado cede lugar às cores verdes de tonalidades mil. 
É a esperança. 
Os entes caros, que nos antecederam na viagem de retorno à Pátria Espiritual, um dia estarão novamente junto aos nossos corações saudosos, num abraço de carinho e afeição. 
Tudo em a natureza volta a sorrir. A relva verde fica bordada de flores de variados matizes, as borboletas bailam no ar, os pássaros brindam-nos com suas sinfonias harmoniosas. 
Tudo é vida. 
Assim, quando a chama da esperança reacende em nosso íntimo, nossos sonhos desfeitos são substituídos por outros anseios. Nossos objetivos se modificam e o entusiasmo nos invade a alma. 
Jesus, o Sublime Galileu, falou-nos da esperança no Sermão da Montanha, com o suave canto das bem-aventuranças. Exemplificou-a nos Seus ditos e feitos. Enfim, toda Sua mensagem é de esperança. Se formos visitados por qualquer dissabor e o desespero nos tomar de assalto, busquemos o nosso Amigo Maior, Jesus, através da oração. 
Predispondo-nos pela prece, a ajuda chegará certamente, como suave bálsamo a penetrar nas fibras mais íntimas do nosso ser, dando-nos alento e tranquilidade. 
Se a desesperança acercar-se de nós, lembremos o Amigo Celeste a nos dizer: 
Meu fardo é leve, meu jugo é suave. Se Seu jugo é suave, por que não O aceitamos? 
Se Seu fardo é leve por que não O conduzimos? 
Consideremos que o rigor do inverno pode ser o resultado da nossa falta de cuidado, submetendo-nos ao jugo da mentira, da ambição desmedida, do pessimismo,das queixas sem fim... 
Ou talvez a desesperança resulte da nossa própria insensatez, carregando o pesado fardo dos prazeres inferiores, do orgulho, do egoísmo, da ganância, dos vícios de toda ordem, e de outros tantos fardos inúteis que nos sobrecarregam os ombros destroçando-nos as forças. Dessa forma, em qualquer circunstância, deixemos que a esperança nos invada a alma, confiantes em Deus, que sempre nos dá oportunidades novas para refazermos caminhos, buscando a nossa redenção. 
A esperança deve ser uma constante em nossas vidas. 
Esperança de melhores dias; esperança de realizações superiores; esperança de paz. 

* * * 

Narra-se que um monge que vivia da mendicância, sem abrigo, recolheu-se numa gruta para o repouso noturno em bela paisagem banhada de luar. Adormeceu, veio um bandido e lhe furtou a capa de que se utilizava como agasalho. O frio da madrugada despertou-o e, dando-se conta do infortúnio, porém fascinado pela claridade da lua, aproximou-se da entrada da gruta e, emocionando-se com o que viu, exclamou: Que bom que o ladrão não me furtou a lua! E sorrindo, pôs-se a meditar. Desesperar, nunca! 

Redação do Momento Espírita

terça-feira, 15 de março de 2016

Perdão

PERDÃO 


Photo by Icke Schmidt


Devemos ser gratos por esta oportunidade de estar vivendo este instante, 
de podermos conviver com pessoas que ontem foram difíceis para nós, de podermos lidar e compreender um pouco mais desse desfecho chamado vida. 

Agradeçam todos os dias, ao levantarem-se, por estarem hoje na família que estão, no ambiente de trabalho em que estão, pelos amigos, pelos vizinhos, enfim, pelo meio social que os faz crescer, aprender a tolerar 
e perdoar todos, sem exceção nenhuma. 

Cresçam, passem a borracha no que já passou, no que, de alguma forma, 
os aborreceu e alavanquem suas vidas, deixando realmente para trás 
o que lhes causa rancor, ódios, embaraços. 

Assim, poderão ser, de verdade, felizes, mais tranquilos e mais amorosos. 

Fiquem na tranqüilidade de saber que esta passagem é bela, 
quando sabemos vivê-la inteiramente. 


(Um irmão de luz)

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Pai Nosso





PAI NOSSO 

Quando Jesus começou a prece dominical, satisfazendo ao pedido dos companheiros que desejavam aprender a orar, iniciou a rogativa, dizendo assim: 

- Pai Nosso, que estás nos céus... 

O Mestre queria dizer-nos que Deus, acima de tudo, é nosso Pai. 
Criador dos homens, das estrelas e das flores. 
Senhor dos céus e da Terra. 
Para Ele, todos somos filhos abençoados. 
Com essa afirmativa, Jesus igualmente nos explicou que 
somos no mundo uma só família e que, por isso, 
todos somos irmãos, com o dever de ajudar-nos uns aos outros. 
Ele próprio, a fim de instruir-nos, viveu a fraternidade pura, 
auxiliando os homens felizes e infelizes, os necessitados e doentes, 
mostrando-nos o verdadeiro caminho da perfeição e da paz. 
Na condição de aprendizes do nosso Divino Mestre, 
devemos seguir-lhe o exemplo. 
Se sentirmos Deus como Nosso Pai, 
reconheceremos que os nossos irmãos se encontram 
em toda parte e estaremos dispostos a ajudá-los,
a fim de sermos ajudados, mais cedo ou mais tarde. 
A vida só será realmente bela e graciosa, na Terra, 
quando pudermos aceitar por nossa grande família 
a Humanidade inteira. 


(De "Pai Nosso", de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Meimei)

domingo, 24 de janeiro de 2016

o Dinheiro e a Vida

Dinheiro 



O Dinheiro não é luz, mas sustenta a lâmpada. 
Não é a paz, no entanto, é um companheiro para que se possa obtê-la. 
Não é calor, contudo, adquire agasalho. 
Não é o poder da fé, mas alimenta a esperança. 
Não é amor, entretanto, é capaz de erguer-se 
por valioso ingrediente na proteção afetiva. 
Não é tijolo de construção, todavia, 
assegura as atividades que garantem o progresso. 
Não é cultura, mas apóia o livro. 
Não é visão, contudo, ampara o encontro de instrumentos 
 que ampliam a capacidade dos olhos. 
Não é base da cura, no entanto, favorece a aquisição do remédio. 
Em suma, o dinheiro, associado à consciência tranqüila, 
 alavanca do trabalho e fonte da beneficência, 
apoio da educação e alicerce da alegria, 
é uma benção do Céu que, de modo imediato, 
nem sempre faz felicidade mas sempre faz falta. 

*

(Bezerra de Menezes / F. C. Xavier - Mensagem 
extraída do livro 'Mensagens de Saúde Espiritual' - Editora EME)