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sexta-feira, 29 de março de 2013

A Felicidade é dos Simples



Pode ter certeza que a felicidade não está 
num armário cheio de sapatos. 
Nem mesmo na possibilidade de ir a várias festas com eles.
A felicidade também não está 
nas roupas de grife, nem aquelas da moda. 
Nem pense em encontrá-la em ruas arborizadas, alamedas famosas. 
E quem espera encontrá-la no muito, se surpreende com tão pouco.

Felicidade é aquele sorriso ingênuo no rosto que diz que tudo é bom. 
É aquele gostinho de confiar no amigo ao lado. 
De saborear a refeição mais simples e repetir o prato. 
É ter a certeza de que seremos amigos para sempre. 
Ainda que o sempre seja esta tarde. 
Que importa o luxo se a vida não é um lixo? 

A Felicidade é envelhecer no corpo e ser eterna criança na alma. 
Perdoando as ofensas e besteiras dos adultos que não cresceram. 
Rir de tudo, porque nada é tão sério quanto o seu fígado. 
E descobrir no abraço afetuoso de alguém, naquela hora de dor 
que felicidade é essa experiência única que nos proporciona o amor. 


Ser feliz é um contentamento estranho com o que já temos, 
e a possibilidade de ainda dividirmos com quem mais precisa. 
E ter a certeza que não perdemos, ganhamos, multiplicamos. 
Sorrir de plena satisfação ao repartir o pão. 


Ser a eterna criança que o Mestre chamou:


Deixai vir a mim as crianças, porque delas é o Reino dos Céus” 
Jesus 


Paulo Roberto Gaefke

segunda-feira, 18 de março de 2013

Vidas ao Vento


Quantos de nós tem passado pela vida capturando o vento? 

Buscando objetivos vazios, forçando situações, 
mantendo relacionamentos complicados, 
amizades que mais lembram uma briga, 
empregos torturantes que castigam a alma? 

Seguimos recolhendo “o nada” em forma de vida, 
e quando abrimos a nossa “alma”, que é a caixa da vida, 
ela está assim; vazia, abandonada pelos contratempos. 

Muitos dos nossos dias são tomados pelas preocupações com os outros, 
pelo que desejamos e não temos, esquecendo do que já conquistamos. 

Somos um poço de emoções, emoções que 
por vezes deixam marcas profundas.

É o coração que sai pela boca com o medo, 
é no coração entristecido que nasce a depressão, 
é na mente transtornada pela emoção da perda, 
que nasce o ódio, o desejo de vingança, e por fim, 
a apatia que termina com a nossa alegria.

Abra-se para o mundo com um novo olhar:

- Eu preciso tornar a minha vida melhor!

Assim, o mundo vai ganhar mais uma cor, 
o jardim da vida mais uma flor, e o seu exemplo, a sua alegria, 
a sua paz, vai ser seguida por alguns que vão entender, 
que tudo começa agora, na mudança real, 
deste personagem que é o amor da nossa vida, 
o ser maravilhoso que habita no interior de nós mesmos.

Paulo Roberto Gaefke