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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Difíceis Decibéis

Hoje, dia 20 de Janeiro de 2010, é feriado no Rio de Janeiro e saí de manhã com algumas amigas que estavam com tempo livre. Depois encontrei-me com minha mãe e irmã. As horas passaram e nada da tal fome aparecer.

- Puxa... 15:00H, eu deveria sentir fome!!! - pensei

Estava um calor danado! Resolvi comer algo na rua. Eu fui numa pensão que costumo frequentar há 09 anos. Ao chegar lá, a recepcionista indicou uma mesa livre no andar de cima.

-Tudo bem!

No ar condicionado, qualquer lugar é válido.

Então me servi rapidamente e subi.
Sentei-me e... e...

Quanto barulho!!!

A mesa ao meu lado era ocupada com 06 pessoas que não conversavam e sim gritavam. Porém nada era comparável com uma criancinha aos BERROS na parte detrás. Era algo incrível mesmo.

Eu comecei a rir sozinha... especialmente porque meus fones de ouvidos foram superados! kkkkkkk

Infelizmente, hoje eu não estava inspirada para tentar solucionar o que pais deste tipo não são capazes: distrair e conversar. Não sei quantas vezes já coloquei minha capa de super heroína para fazer o que pais não conseguem: controlar e educar. Eu pensei que logo chegaria o fim daquela crise infantil, que nada, o som era contínuo. O barulho era multiplicado ao da mesa vizinha que falavam de tal modo que se esqueceram que estavam em lugar público.

Eis a educação brasileira!

Ao descer as escadas, logo vislumbrei o balcão de pagamento que estava vazio, apenas a caixa e a dona do restaurante. A proprietária, educadíssima e simpática, só de olhar para minha cara não hesitou... começamos a rir comentando a total falta de educação e habilidade de alguns pais.

Elas me conhecem há 09 anos, a pensão foi aberta 04 meses após o nascimento de minha filha e jamais testemunharam nenhum comportamento histérico dela. Eu relembrei que as raríssimas vezes que ela ensaiou algo, normalmente por sono, eu dei um jeito sem causar transtornos a ninguém. Conversar e ter atitude, realmente é tudo que se precisa nessas horas. Se notar que é algo que poderá se prolongar, o ideal é sair de perto dos demais, ninguém tem que compartilhar tais momentos. Toda criança já teve seus minutos de fama, mas isso não quer dizer que precise de platéia.

Recomendo aos pais que leiam um pouco de Içami Tiba, o primeiro livro, linguagem simples, já é suficiente para fazer pensar e revisar suas atitudes, exemplos:



1) Quem ama, educa
2) Educação & Amor
3) Disciplina: limite na medida certa

Não quero dizer que as leituras são fundamentais, porque o "hoje" teve como bagagem cultural o que aprendemos numa outra escola: em casa, com nossos saudosos pais.


(Sissym)






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12 comentários:

  1. Que horror! Aqui em casa eu sofro com vizinho barulhento...rsrsrsr o barulho se estende pelo dia inteiro e chega a atrapalhar meu trabalho. Os adultos geralmente fazem barulho quando exageram na bebida, mas a criança poderia apenas estar excitada com a barulheira deles.

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  2. Xii, entao é melhor nunca ir passar uns tempos na Italia. Lá as pessoas falam gritando. ahahahah
    Dica: se porventura for convidada para almoçar ou jantar por um Italiano, voce jamais poderá pedir para rachar a conta, é um insulto pra eles. E se for um jantar informal em alguma residencia, se vc comer pouco, será uma ofensa para os anfitriões.

    ahahhaha
    qq duvida me pergunte.
    ahahahah


    bjs

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  3. Eu até gosto de crianças, desde que estejam mudas e imóveis em algúm canto.
    As vezes quando vou na lanchonete daqui também enfrento esse problema. Tudo bem, crianças são crianças, geralmente falam demais e as vezes gritam demais, mas eu disse "as vezes".
    Tudo o que é demais enjoa, inclusive crianças hiperativas. Não sei se sirvo para ser pai. Numa situação dessa eu pediria pra parar a bagunça uma vez, pediria, duas vezes, três, na terceira já daria um pedala Robinho e mandaria calar a boca. Acredito no respeito tanto de filhos pra pais quanto vice versa, mas a hierarquia deve ser respeitada.

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  4. Já vi algumas cenas assim também.... e também nunca passei este problema com o Diogo, sempre dei um jeito sem necessidade de palco para ele.
    Adora Içami Tiba... quando estava ainda grávida, li seus livros, que me ajudam até hoje.
    Beijo no coração

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  5. Gostei muito do seu blog,se puder visite o meu.

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  6. Olá,Sissym!Gostei muito do seu blog.Acho não só uma falta de educação como falta de considerção,você tomar conta de um espaço público ,como se fosse seu sem pensar nos outros.Odeio esse egocentrismo!

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  7. A vida como ela é na sua conteporaniedade devemos para e refletir o preço que pagaremos por isso.

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  8. É por acontecimentos assim, que são cada vez mais frequentes, que criei uma repulsa a gente (lugares cheios).
    Faço de tudo para evitar locais e horários de maior movimento, porque o povo brasileiro é realmente muito, mas muito mesmo, mal educado.
    Abraço

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  9. Sissym,

    Li todos os livros do Içami Tiba o que me ajudou muito, já que tenho um único filho e as chances de errar na educação dele eram de 50%.

    Felizmente deu certo.

    Beijocas

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  10. Olá querida amiga Sissym,

    Parabéns pelo post.

    Muito interessante e pertinente o texto.
    Essa situação é bem corriqueira e muitos pais não dão bola e outros nem sabem o que fazer.

    Para que isso não ocorra com meus netos, já dei o livro do Içami Tiba "Quem ama, educa" tanto para minha filha quanto para minha nora.

    Já é um bom começo.

    Carinhoso e fraterno abraço,
    Lilian

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  11. Sis,

    Acredito que hoje em dias os pais dão muita liberdade aos seus filhos, e não consegue repreendê-los e impor respeito, e isso tem que ser feito desde pequenos.

    Nunca me vi numa situação assim com minhas meninas, pois elas sempre foram muito boazinhas e sabiam se comportar em qualquer lugar que estivessem.

    É muito incômodo e inconveniente mesmo esse tipo de situação. Mas os responsáveis por isso são, sem sombra de dúvida, os pais.

    Parabéns pelo texto-depoimento.

    Bjs.

    Ro.

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  12. Saudações!
    Que Post Fantástico!
    Amiga Sissym, você não merece passar por esses vexames. Mas, pode acontecer com qualquer um de nós. A situação relatada tem sido uma constante, em especial em locais públicos, restaurantes, parques, praças, lanches e similares, e, o pior é que muitos pais não se dão conta ou remetem o acontecimento ao descaso.
    Parabéns pelo excelente Post!
    Abraços fraternos,
    LISON.

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Obrigada