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sábado, 25 de julho de 2009

Uma ostra de amigo!


Como deixar passar uma cutucada?! Não dá mesmo! É o típico desafio que me excita. Pois é, a última postagem eu lancei um vídeo com a linda música IMAGINE de John Lenon.




Então entre comentários recebidos um deles foi especial, veio do amigo: Ebraelshaddai.
Ele disse:

"Imaginação, o que nos diferencia dos outros animais, e o que deveria nos fazer mais responsáveis pelo equilíbrio do mundo. O problema é que muitos não imaginam. A imaginação traz em si o fogo do Amor, a alegria da criação a partir do nada. Muitos, no entanto, não criam em suas mentes, apenas reciclam coisas velhas, ódios rançosos, ambições doentias.

Essa poesia "psicografei" agora pra vc (kkkkkkkkk):

Nada de novo sob o sol!!
Nada de novo, nem a insolação!!
Mas como cada um é um mundo,
Meu sol continua quente,
E o sol de muita gente
Sinto que é frio como Plutão.
Mas não te caves:
O que meu coração sente,
(Esse nobre Astro-Rei, vagabundo)
Mesmo, é a meu redor,
Tua eterna translação.

Saiu quentinha do forno da minha alma...Guarde em seus favoritos...é uma pérola da minha ostra pra vc!! Outro dia vou querer saber se ainda se lembra."



Eu já disse algumas vezes que costumo receber comentários muito especiais, aqueles que desejamos que sejam imortalizados.

Assim sendo, meu amigo, não será jamais esquecido. E por falar de ostras... adoro umas aulinhas práticas: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ostra

O nome ostra é usado para um número de grupos diferentes de moluscos que crescem, em sua maioria, em águas marinhas ou relativamente salgadas. As ostras verdadeiras pertencem à ordem Ostreoida, família Ostreidae. As ostras têm um corpo mole, protegido dentro de uma concha altamente calcificada, fechada por fortes músculos adutores. As guelras filtram o plâncton da água.

A ostra tem uma forma curiosa de se defender. Quando um parasita invade seu corpo, ela libera uma substância chamada madrepérola, que se cristaliza sobre o invasor inpedindo-o de se reproduzir. Depois de cerca de três anos esse material vira uma pérola. Sua forma depende do formato do invasor e sua cor varia de acordo com a saúde da ostra.

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4 comentários:

  1. Boa menina!!
    Sacou td vc!! Uma ostra, fechada, caladinho, assim sou eu. As únicas coisas dignas q escrevo, as faço quando ameaçado pela mesmice, quando incendiado pela beleza das estrelas-do-mar...Mas te digo q em bem menos tempo minha madrepérola em vc se cristalizaria e, com certeza, seria a mais bela.

    Corpo mole: sim, domingo de manhã, principalmente. Músculos fortes?? Nem tanto, somente o coração.

    Mas o que mais me aproxima das ostras seria o fato de serem do elemento Água, água das profundezas da alma, do leito do oceano sob o qual pulsa esse núcleo cardeal, cheio de magma de Paixão, paixão pela vida, paixão por emoções, paixão por me entregar e deixar as ondas me levarem, pela Magia do olhar

    Enfim...pela magia de olhares como o seu...mas falar sobre isso não cabe aqui...rsrsrsr

    Um dia desses falarei sobre o seu olhar...meu forno vai ser preparado especialmente para vc.

    Bjs Baby!!

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  2. Sissy,

    Há anos tenho por hábito guardar mensagens que recebo pela internet. Algumas por causa das imagens, outras pela mensagem poética, e ainda as de conteúdo profundo, que nos obrigam a uma reflexão e instrospecção. Estas, por sua vez, costumo "digerí-las" aos poucos e bem devagar, de sorte a apreender seu significado e, se necessário, mudar a minha maneira de agir, falar, pensar, reagir, silenciar...
    Seu post me reconduziu ao slide "A ostra e a pérola", o qual guardo com muito carinho, pois é um daqueles que tenho tentado colocar em prática ao longo desses anos.
    "Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas". As pérolas são feridas curadas, portanto, são o produto da dor. É o resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia."
    Algumas vezes somos surpreendidos com situações jamais imaginadas em nossas vidas. Dentre as opções, penso que a de proceder como a ostra está a mais sábia e mais singela: produzir a pérola. A ostra nunca ficará sabendo que rumo tomou sua pérola. Esta, por sua vez, poderá permanecer dentro de um saco de pano roto, de algum comerciante ganancioso, que deseja alcançar maior preço possível para ela. Ou, sair das mãos daquele que a buscou, em águas profundas, vencendo obstáculos e a própria natureza; apoderou-se dela para lhe dar rumo digno: enfeitar uma rica jóia, alegrar a vida de alguém: u'a mãe, uma filha, uma debutante, uma namorada, uma noiva, uma esposa, uma rainha... enfim, alguém que teve a sorte de receber a pérola que a ostra, com muita dor e sofrimento produziu.
    Assim também acontece com alguns de nós.

    Parabéns pelo post!

    Abraço do amigo,

    Antonio

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  3. hehehe amiga, isso mesmo, quem tem esse vício blog, recebe comentários muitos bons até demais!
    Só vou abrir um parênteses, aqui eu uso ostra para falar que os meus amigos soltam pérolas nunca dita na história kkk
    Bjss

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  4. Uma ótima homenagem para um comentário, assim somos motivados a comentar cada vez mais.

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Recados: sissym.mascarenhas@hotmail.com
Obrigada