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domingo, 7 de junho de 2009

Citações no Jornal O Globo deste domingo

Na página 08 do caderno "O País" do Jornal O Globo de 07 de Junho de 2009 - domingo:

"Onde a Lei Maria da Penha ainda não chegou".

O texto fala sobre problemas encontrados por mulheres, vítimas de violência, mas de baixa renda. É muito importante falar de toda a esfera da sociedade. Essas pessoas mal sabem do que tem por direito. Assim como todas, tem medo e o perdão pode significar a morte.

O que venho expor são somente as duas frases a seguir:




1) "A lei pode punir, condenar, mas não muda a cultura da sociedade. A tendência, em muitos casos motivada por questões afetivas ou econômicas, é repetir o ciclo perverso da violência." Andréa Pachá, Juíza do Conselho Nacional de Justiça.

2) "A mulher tem, de fato, responsabilidade. Mas precisa de ajuda. Para essa mulher, poder enxergar a gravidade da violência é bem difícil. Pode significar perder tudo o que ela tem, como ligações de afeto e proteção." Paula Mancini, psicóloga do Núcleo de Atenção à Violência (NAV).

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10 comentários:

  1. é complicado para aquela mulher que depende do marido financeiramente, pois é sua única fonte de renda. Ainda mais nos setores populares. É bom mostrar que elas têm direito e que não devem aceitar a violencia contra elas.

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  2. Infelizmente algumas mulheres têm medo de denunciar o seu agressor. É triste ver que em alguns lugares a Lei Maria da Pena ainda não entrou em vigor. É muito dolirido ver mulheres sofrendo, sendo agredidas e completamente sem informação de como se defender. A nossa justiça ainda é muito vaga, deixa muito a desejar!!
    Parabéns pelo post!!

    *Já carreguei seu banner comigo, rs... (os dois)

    Beijos

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  3. Suzanna, o maior problema é a corrupçao, mesmo que em cidades maiores a Lei seja conhecida, não quer dizer que seja cumprida. O agressor se tiver poder aquisitivo...

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  4. Sis ..
    Acredito que o maior problema seja a desigualdade social que ao contrário de que muitos políticos pensam e fazem questão de falar, só tem crescino no nosso país. A divisão desigual do poder, em forma de informação, faz com que leis, importantes como a Maria da Penha, não tenha seu foco alcançado.

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  5. Syssim muito e muito obrigada por suas visitas no blog. Fiquei feliz por ter vindo pelo Ferreira, pessoa que eu gosto muito.

    Quanto a sua idade... aos 43 anos que fucou um tanto balançada, rsrsrsrssr imagina aos 55! minha idade é essa aí! Mas quer saber, não podemos fugir dela, e só morre moço quem tem pouca saúde ou falta de sorte. Tocamos a marcha olhando sempre para frente e a idade mais velha tem, eu te garanto , os seus encantos. Você, eina é um bebê. Aproveite sua vida e muito!

    Grande beijo, legal falar sobre a Lei maria da Penha, e os direitos da mulher. Já ficamos caladas muitos anos, agora chega!

    Um beijo again, CON

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  6. Flor, a sociedade brasileira não está preparada para cuidar de todos os tipos de violência, temos justiça, mas no real, não funciona da maneira correta.
    A minha amiga que sofreu abuso do marido, a juiza simplesmente colocou a culpa em cima dela.
    Vou colocar meu ponto de vista, não somos vítimas em uma questão de briga, quando um não quer o outro não briga, mas não devemos permitir a ignorância das pessoas e dominar uma vida.
    Somos únicos, cada um tem a sua vida e devemos aprender com esse respeito da forma que cada um vive.
    Se não existe, é hora de caminhar sozinha.
    Infelizmente, nossa sociedade não prepara o ser humano para se amar e sim, precisa de ícones para se sentir amado. Um erro é conto de fadas, aonde treina a mulher a esperar o seu príncipe encantado e fazer tudo por ele.
    Mas o mundo real não é assim, temos opiniões e isso que entra a falta de amor próprio.
    Dizer não é uma questão de respeito.
    Força que a luta da mulher a se adaptar a esse tipo de violência está a acabar.
    No final das contas, os homens que são frágeis por não conseguir dominar a sua virilidade.
    Bjss e bom feriado.

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  7. Nana, cheguei a uma conclusão de uma frase que vc citou mas não funciona exatamente assim:
    "quando um não quer, briga sim" - é o que acontece comigo. Se somente eu não quisesse e bastasse seria ótimo. Não posso abrir mão do meu dinheiro, preciso dele para criar minha filha, não posso abrir mão dela, só faria isso se ele sempre fosse um pai excepcional, mas nunca foi. E uma pessoa que tem temperamento agressivo, não posso confiar uma criança.
    Bjs

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  8. Essa é uma questão complicada, fui casada com um PM durante 15 anos que odiava ir atender ocorrências de violência domésticas, pelo simples fato de que elas apanhavam, chamavam o policiamento, o agressor era detido e na hora de formalizar o BO a vitima se recusava ou retirava a queixa porque o agressor era o provedor da família e se ele fosse preso aumentariam as necessidades financeiras na família que já não eram poucas.

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  9. Que realidade tão dura! Não dá pra dizer que agir assim ou assado resolvemos o problema, pois ele está exatamente no seio da sociedade, na raíz de um pouco pobre e sem cultura alguma.... como resolver um problema iraizado à décadas? Nada podemos fazer para mudar o passado. Mas, ainda existe uma esperança, podemos modificar o futuro, fazê-lo melhor, e isso sóp será possível reeducando essa sociedade e recebemdo essa nova geração com bons exemplos e uma educação consciente..... Chega de fechar os olhos para a situção que nos rodeia, esperando que o outro faça alguma coisa..... a responsabilidade é de cada um e de todos..... MUDA BRASIL!

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  10. @Jane Cavalcanti: Há pessoas, Jane, que pensam que a Lei funciona... depende... depende muito do QI e da questão de sorte.

    BEIJOS

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Obrigada